No silêncio
Recordo quando era pequeno
As lágrimas chegam com facilidade
Sem saber porquê
Com os pés descalços enterrados na areia grossa
Os picos entro os dedos não me impressionavam
A brisa de Norte refresca e calma
Levava-me a sonhar
Hoje aqui estou
Perdido
Por vezes sem forças
Assim que sinto os picos
Retiro logo entre os dedos
Algo tenho certeza
Não posso deixar de acreditar
Nos meus sonhos
Nos meus valores
Nos meus sentimentos
Muitas vezes o meu pensamento
Leva-me a
Partir sem destino, a dexistir
Mas não
Eu fui mais forte
Vale a pena lutar por aquilo que acreditamos
E eu acredito na Felicidade
Porque luto e porque acredito
terça-feira, 12 de março de 2013
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